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  "date": "2026-03-23",
  "santo": {
    "type": "santo_do_dia",
    "content": {
      "title": "Santo do Dia",
      "sections": [
        {
          "heading": "São Turíbio de Mongrovejo: teve apoio do povo Indígena",
          "content": "Ardor evangelizador\nCom o apoio de todo o povo indígena, Dom Turíbio organizou inúmeras comunidades em sua imensa diocese. Depois disso, realizou assembleias e até mesmo sínodos, isto é, reunião com todos os bispos em atividade na América Espanhola. Assim, todos foram convocados para a evangelização.\n\nVisão e organização\nDom Turíbio realizou e coordenou dez concílios da diocese e também três concílios provinciais. Esses eventos formaram a principal estrutura organizacional da Igreja Católica da América espanhola. Essa organização dura até hoje. Um Sínodo Provincial realizado em Lima ganhou destaque. Foi o de 1582. Historiadores o comparam ao famoso Concílio de Trento, por conta da sua importância. Conta-se que, neste encontro, Dom Turíbio chegou a desafiar os espanhóis resistentes, que se achavam muito inteligentes, a aprenderem a língua dos índios. Todos se calaram.\n\nApóstolo incansável\nNo ano de 1594, Dom Turíbio já tinha percorrido quinze mil quilômetros em missão pela América Espanhola. Ensinava, pregava, convertia, devolvia dignidade e administrava os sacramentos aos índios. Até este ano, segundo os livros das paróquias, tinha administrado a crisma a nada menos que sessenta mil fiéis."
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        {
          "heading": "São Turíbio de Mongrovejo crismou três santos da América Espanhola",
          "content": "Formando santos\nDom Turíbio teve a graça de formar e crismar três cristãos peruanos que, mais tarde, foram canonizados: Santa Rosa de Lima, São Francisco Solano e São Martinho de Porres. Esses são frutos preciosos de sua grande missão na América Espanhola.\n\nLegado para o futuro\nSão Turíbio procedeu a fundação do primeiro seminário instituído nas Américas. Ali, vários missionários ardorosos foram formados, o que muito ajudou no processo de evangelização da América Espanhola.\n\nAmor e desapego\nPouco tempo antes de sua morte, São Turíbio doou todas as suas roupas, até mesmo as que cobriam seu próprio corpo. Tudo foi para os pobres e àqueles que trabalhavam a seu serviço. Esse gesto resumiu o comportamento de toda sua vida. São Turíbio morreu no dia 23 de março do ano 1606. Ele estava na pequenina cidade chamada Sanã, no Peru. Sua canonização foi celebrada pelo Papa Bento XIII, em 1726. Na ocasião, o Papa declarou São Turíbio de Mongrovejo como o Apóstolo e Padroeiro do Peru.\n\nMinha oração\n“Reta intenção: é isso que lhe pedimos, Senhor Jesus. Se nosso coração alcançar essa graça, prosseguiremos no caminho da santidade. Amém.”"
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        {
          "heading": "Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 23 de março:",
          "content": "Fontes:\n\n– Redação: Fernando Fantini – Comunidade Canção Nova"
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  "liturgia": {
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    "content": {
      "title": "Liturgia Diária",
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        "first_reading": {
          "reference": "Primeira Leitura (Dn 13,1-9.15-17.19-30.33-62) Leitura da Profecia de Daniel.",
          "text": "Naqueles dias,\n1\nna Babilônia vivia um homem chamado Joaquim.\nEstava casado com uma mulher chamada Susana, filha de Helcias, que era muito bonita e temente a Deus.\nTambém os pais dela eram pessoas justas e tinham educado a filha de acordo com a lei de Moisés.\nJoaquim era muito rico e possuía um pomar junto à sua casa. Muitos judeus costumavam visitá-lo, pois era o mais respeitado de todos.\nOra, naquele ano, tinham sido nomeados juízes dois anciãos do povo, a respeito dos quais o Senhor havia dito: \"Da Babilônia brotou a maldade de anciãos-juízes, que passavam por condutores do povo\".\nEles frequentavam a casa de Joaquim, e todos os que tinham alguma questão se dirigiam a eles.\nOra, pelo meio-dia, quando o povo se dispersava, Susana costumava entrar e passear no pomar de seu marido.\nOs dois anciãos viam-na todos os dias entrar e passear, e acabaram por se apaixonar por ela.\nFicaram desnorteados, a ponto de desviarem os olhos para não olharem para o céu, e se esqueceram dos seus justos julgamentos.\nAssim, enquanto os dois estavam à espera de uma ocasião favorável, certo dia, Susana entrou no pomar como de costume, acompanhada apenas por duas empregadas. E sentiu vontade de tomar banho, por causa do calor.\nNão havia ali ninguém, exceto os dois velhos que estavam escondidos, e a espreitavam.\nEntão ela disse às empregadas: \"Por favor, ide buscar-me óleo e perfumes e trancai as portas do pomar, para que eu possa tomar banho\".\nApenas as empregadas tinham saído, os dois velhos levantaram-se e correram para Susana, dizendo:\n20\n\"Olha, as portas do pomar estão trancadas e ninguém nos está vendo. Estamos apaixonados por ti: concorda conosco e entrega-te a nós!\nCaso contrário, deporemos contra ti, que um moço esteve aqui, e que foi por isso que mandaste embora as empregadas\".\nGemeu Susana, dizendo: \"Estou cercada de todos os lados! Se eu fizer isto, espera-me a morte; e, se não o fizer, também não escaparei das vossas mãos;\n23\nmas é melhor para mim, não o fazendo, cair nas vossas mãos do que pecar diante do Senhor!\"\nEntão ela pôs-se a gritar em alta voz, mas também os dois velhos gritaram contra ela.\nUm deles correu para as portas do pomar e as abriu.\nAs pessoas da casa ouviram a gritaria no pomar e precipitaram-se pela porta do fundo, para ver o que estava acontecendo.\nQuando os velhos apresentaram sua versão dos fatos, os empregados ficaram muito constrangidos, porque jamais se dissera coisa semelhante a respeito de Susana.\nNo dia seguinte, o povo veio reunir-se em casa de Joaquim, seu marido. Os dois anciãos vieram também, com a intenção criminosa de conseguir sua condenação à morte. Por isso, assim falaram ao povo reunido:\n29\n\"Mandai chamar Susana, filha de Helcias, mulher de Joaquim!\" E foram chamá-la.\nEla compareceu em companhia dos pais, dos filhos e de todos os seus parentes.\nOs que estavam com ela e todos os que a viam, choravam.\nOs dois velhos levantaram-se no meio do povo e puseram as mãos sobre a cabeça de Susana.\nEla, entre lágrimas, olhou para o céu, pois seu coração tinha confiança no Senhor.\nEntretanto, os dois anciãos deram este depoimento: \"Enquanto estávamos passeando a sós no pomar, esta mulher entrou com duas empregadas. Depois, fechou as portas do pomar e mandou as servas embora.\nEntão, veio ter com ela um moço que estava escondido, e com ela se deitou.\nNós, que estávamos num canto do pomar, vimos esta infâmia. Corremos para eles e os surpreendemos juntos.\nQuanto ao jovem, não conseguimos agarrá-lo, porque era mais forte do que nós e, abrindo as portas, fugiu.\nA ela, porém, agarramos, e perguntamos quem era aquele moço. Ela, porém, não quis dizer. Disto nós somos testemunhas.\nA assembleia acreditou neles, pois eram anciãos do povo e juízes. E condenaram Susana à morte.\nSusana, porém, chorando, disse em voz alta:\"Ó Deus eterno, que conheces as coisas escondidas e sabes tudo de antemão, antes que aconteça!\nTu sabes que é falso o testemunho que levantaram contra mim! Estou condenada a morrer, quando nada fiz do que estes maldosamente inventaram a meu respeito!\"O Senhor escutou sua voz.\nEnquanto a levavam para a execução, Deus excitou o santo espírito de um adolescente, de nome Daniel.\nE ele clamou em alta voz:\"Sou inocente do sangue desta mulher!\"Todo o povo então voltou-se para ele e perguntou:\"Que palavra é esta, que acabas de dizer?\"De pé, no meio deles, Daniel respondeu:\"Sois tão insensatos, filhos de Israel? Sem julgamento e sem conhecimento da causa verdadeira, vós condenais uma filha de Israel?\nVoltai a repetir o julgamento, pois é falso o testemunho que levantaram contra ela!\"Todo o povo voltou apressadamente, e outros anciãos disseram ao jovem:\"Senta-te no meio de nós e dá-nos o teu parecer, pois Deus te deu a honra da velhice\".\nFalou então Daniel:\"Mantende os dois separados, longe um do outro, e eu os julgarei\".\nTendo sido separados, Daniel chamou um deles e lhe disse:\"Velho encarquilhado no mal! Agora aparecem os pecados que estavas habituado a praticar.\nFazias julgamentos injustos, condenando inocentes e absolvendo culpados, quando o Senhor ordena: 'Tu não farás morrer o inocente e o justo!'\nPois bem, se é que viste, dize-me à sombra de que árvore os viste abraçados?\"Ele respondeu:\"É sombra de uma aroeira.\"Daniel replicou\"Mentiste com perfeição, contra a tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus, tendo recebido já a sentença divina, vai rachar-te pelo meio!\"Mandando sair este, ordenou que trouxessem o outro:\"Raça de Canaã, e não de Judá, a beleza fascinou-te e a paixão perverteu o teu coração.\nEra assim que procedíeis com as filhas de Israel, e elas por medo sujeitavam-se a vós. Mas uma filha de Judá não se submeteu a essa iniquidade.\nAgora, pois, dize-me debaixo de que árvore os surpreendeste juntos?\"Ele respondeu:\"Debaixo de uma azinheira\".\nDaniel retrucou:\"Também tu mentiste com perfeição, contra a tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus já está à espera, com a espada na mão, para cortar-te ao meio e para te exterminar!\"Toda a assembleia pôs-se a gritar com força, bendizendo a Deus, que salva os que nele esperam.\nE voltaram-se contra os dois velhos, pois Daniel os tinha convencido, por suas próprias palavras, de que eram falsas testemunhas. E, agindo segundo a lei de Moisés, fizeram com eles aquilo que haviam tramado perversamente contra o próximo.\nE assim os mataram, enquanto, naquele dia, era salva uma vida inocente. Palavra do Senhor.\nou\nPrimeira Leitura (Dn 13,41c-62)\nLeitura da Profecia de Daniel.\nNaqueles dias,\n41c\na assembleia condenou Susana à morte.\nSusana, porém, chorando, disse em voz alta:\"Ó Deus eterno, que conheces as coisas escondidas e sabes tudo de antemão, antes que aconteça!\nTu sabes que é falso o testemunho que levantaram contra mim! Estou condenada a morrer, quando nada fiz do que estes maldosamente inventaram a meu respeito!\"O Senhor escutou sua voz.\nEnquanto a levavam para a execução, Deus excitou o santo espírito de um adolescente, de nome Daniel.\nE ele clamou em alta voz:\"Sou inocente do sangue desta mulher!\"Todo o povo então voltou-se para ele e perguntou:\"Que palavra é esta, que acabas de dizer?\"De pé, no meio deles, Daniel respondeu:\"Sois tão insensatos, filhos de Israel? Sem julgamento e sem conhecimento da causa verdadeira, vós condenais uma filha de Israel?\nVoltai a repetir o julgamento, pois é falso o testemunho que levantaram contra ela!\"Todo o povo voltou apressadamente, e outros anciãos disseram ao jovem:\"Senta-te no meio de nós e dá-nos o teu parecer, pois Deus te deu a honra da velhice\".\nFalou então Daniel:\"Mantende os dois separados, longe um do outro, e eu os julgarei\".\nTendo sido separados, Daniel chamou um deles e lhe disse:\"Velho encarquilhado no mal! Agora aparecem os pecados que estavas habituado a praticar.\nFazias julgamentos injustos, condenando inocentes e absolvendo culpados, quando o Senhor ordena: 'Tu não farás morrer o inocente e o justo!'\nPois bem, se é que viste, dize-me à sombra de que árvore os viste abraçados?\"Ele respondeu:\"É sombra de uma aroeira\".\nDaniel replicou\"Mentiste com perfeição, contra a tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus, tendo recebido já a sentença divina, vai rachar-te pelo meio!\"Mandando sair este, ordenou que trouxessem o outro:\"Raça de Canaã, e não de Judá, a beleza fascinou-te e a paixão perverteu o teu coração.\nEra assim que procedíeis com as filhas de Israel, e elas por medo sujeitavam-se a vós. Mas uma filha de Judá não se submeteu a essa iniquidade.\nAgora, pois, dize-me debaixo de que árvore os surpreendeste juntos?' Ele respondeu: \"Debaixo de uma azinheira\".\nDaniel retrucou: \"Também tu mentiste com perfeição, contra a tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus já está à espera, com a espada na mão, para cortar-te ao meio e para te exterminar!\"\nToda a assistência pôs-se a gritar com força, bendizendo a Deus, que salva os que nele esperam.\nE voltaram-se contra os dois velhos, pois Daniel os tinha convencido, por suas próprias palavras, de que eram falsas testemunhas. 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        "psalm": {
          "reference": "Responsório Sl 22(23),1-3a.3b-4.5.6 (R. 4a) - Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei, estais comigo.",
          "text": "- Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei, estais comigo.\n- O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças\n- Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome. Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança!\n- Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e o meu cálice transborda.\n- Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos."
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        "gospel": {
          "reference": "Evangelho Jo 8,1-11)",
          "text": "- Glória a vós, Senhor Jesus, Primogênito dentre os mortos!\n- Não quero a morte do pecador, diz o Senhor, mas que ele volte, se converta e tenha vida.\nProclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.\nNaquele tempo,\nJesus foi para o monte das Oliveiras.\nDe madrugada, voltou de novo ao Templo. Todo o povo se reuniu em volta dele. Sentando-se, começou a ensiná-los.\nEntretanto, os mestres da Lei e os fariseus trouxeram uma mulher surpreendida em adultério. Colocando-a no meio deles,\n4\ndisseram a Jesus: \"Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.\nMoisés na Lei mandou apedrejar tais mulheres. Que dizes tu?\"\nPerguntavam isso para experimentar Jesus e para terem motivo de o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, começou a escrever com o dedo no chão.\nComo persistissem em interrogá-lo, Jesus ergueu-se e disse: \"Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra\".\nE tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão.\nE eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos; e Jesus ficou sozinho, com a mulher que estava lá, no meio, de pé.\nEntão Jesus se levantou e disse: \"Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?\"\nEla respondeu: \"Ninguém, Senhor\". Então Jesus lhe disse: \"Eu também não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais\"."
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    "content": {
      "title": "Homilia Diária",
      "subtitle": "O gesto de escrever no chão e o convite à conversão sincera",
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        {
          "heading": "A lição profunda de Jesus ao escrever no chão",
          "content": [
            "Mas um outro ponto interessante do Evangelho de hoje sobre o qual podemos refletir é essa atitude de Jesus, de, com os dedos, inclinar-se e começar escrever no chão. Então, especula-se que, ali, Jesus escreveu o decálogo, ou seja, os dez mandamentos.",
            "Alguns estudiosos também dizem que pode ser que Jesus, ao escrever no chão, escreveu o pecado de cada um que ali estava acusando a mulher adultera. Jesus escrevia e nomeava o pecado de cada um. Então, aqueles que estavam com pedras nas mãos começaram a largar as pedras e seguir seu caminho, porque tiveram uma experiência de revelação divina."
          ]
        },
        {
          "heading": "Enxergar a necessidade de mudar de vida",
          "content": [
            "A ciência profunda de Jesus mostrou para eles aquilo que não queriam reconhecer, seus próprios pecados nessa atitude de escrever no chão. Quantas vezes também nós precisamos olhar para o chão para ver, descritos ali, nossos pecados! Mas para não permanecermos nele, e sim para mudarmos de vida.",
            "Por isso Jesus disse para a mulher adultera, e Ele diz a cada um de nós, como deveria dizer para aqueles que a acusavam: “Vá e não tornes a pecar”. Que, neste dia, você faça a experiência de procurar os confessionários, de procurar um padre, de confessar os seus pecados para permanecer na graça de Deus.",
            "A bênção do Deus Todo-Poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre. Amém!"
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      ],
      "author": "Livro O Padre: A História De Vida De Jonas Abib"
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